Bestas, as grandes criaturas naturais ou fantásticas que integravam os grandes Bestiários da Idade Média. E que ainda hoje inspiram todas as artes produzidas pelos seres humanos.
Mas, o que são realmente estas Bestas? O quê significam, estes seres "imaginários", que estão presentes em nosso folclore, em nossa religião e ainda representam a nossa psique? Seriam deuses antigos? Por vezes eles foram a glória dos heróis e, em outras circunstâncias, simbolizaram a força poderosa de uma divindade. O mal e o bem; a ordem e o caos.
Confiram na lista abaixo, as principais Bestas que a humanidade já conheceu:
21 de fevereiro de 2011
2 de abril de 2010
O Caruru e os Orixás
Reza a lenda que Xangô - rei nagô, fundador mítico da cidade de Oyô, divindade das
tempestades, raios, trovoadas e descargas da eletricidade atmosférica - estava muito zangado. O motivo era que todos os dias quando ia saborear o seu amalá - quiabo temperado com dendê, cebola, camarão seco e bastante pimenta -, encontrava apenas uma gamela vazia. O autor da façanha, não podia ser outro: Exu - o representante das potências contrárias ao homem, também chamado de "homem das encruzilhadas". O temido orixá todos os dias se adiantava e se lambuzava no amalá.
O grande rei resmungava em seu trono sem saber o que fazer. De repente, pularam em
sua frente Itawô e Carindê, seus filhos. O menino propôs uma solução: "Pai, nós iremos lhe ajudar, mas para isso precisamos que o senhor faça o que vamos lhe pedir."
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10 de setembro de 2009
O Palhaço do Coqueiro
Certa vez, havia um grande palhaço, muito famoso por sua atuações e prestigiado por todos os seus colegas de circo. Este mesmo palhaço também tinha um filho que muito o admirava, tanto que quis seguir os mesmos passos do pai. Contudo, ele não teve o sucesso esperado nos palcos, e não conseguia fazer ninguém rir.
Frustrado e muito abalado, o filho do grande palhaço enlouqueceu e fugiu do circo. Atormentado pelo triste destino, o jovem louco encontrou na lua minguante o único esboço de um sorriso lhe ofertado de graça.
Frustrado e muito abalado, o filho do grande palhaço enlouqueceu e fugiu do circo. Atormentado pelo triste destino, o jovem louco encontrou na lua minguante o único esboço de um sorriso lhe ofertado de graça.
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7 de setembro de 2009
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